No final de 1999 a paixão por passeios de moto em casais motivou o contato com amigos e um jantar no Restaurante do Posto BR-Petrópolis. Do jantar, saiu o compromisso de cada um pensar num nome para o que seria um grupo de motociclistas. Após uma lista de ideias, horas ao telefone, votações e conversas, o nome ESTRADEIROS DO SUL surgiu com o propósito de ser um grupo de amigos unidos pela emoção de pilotar, dispostos a expandir sua rede de amizades e organizar atividades de lazer e de benemerência.

  • 1 Fundadores do Motogrupo Estradeiros do Sul
  • 2 Atividades Beneméritas são constantes do motogrupo
  • 3 Membros do motogrupo em confraternização
  • 4 Barraca dos Estradeiros durante evento
  • 5 Casais do motogrupo em viagem
  • 6 Estradeiros em evento religioso
  • 7 Momento de descontração e confraternização
  • 8 Associados do Motogrupo em evento

Exclusividade da HD no Brasil é do Grupo Izzo

02/07/2010 - GRUPO IZZO

 

O Grupo Izzo obteve uma importante vitória na Justiça brasileira, que na última segunda-feira (28) concedeu liminar suspendendo os efeitos da sentença de primeira instância, concedida à Harley-Davidson e que permitia a quebra do contrato de exclusividade entre a marca e o Grupo. A decisão manteve o contrato entre as partes válido até dezembro de 2015 e reafirmou o Grupo como representante exclusivo da Harley-Davidson e único revendedor da marca no país.

Com esta liminar, a Harley-Davidson está impedida de anunciar novos representantes, devendo cumprir o contrato firmado em 2007 – e existente há 18 anos – entre as partes, até que o mérito da ação seja julgado em segunda instância.

A liminar refuta todos os pontos aplicados em primeira instância e ratifica que o Grupo Izzo sempre cumpriu com todas as suas obrigações contratuais. A principal alegação da Harley-Davidson era de que o Grupo havia violado o direito de exclusividade e aliado a marca a motocicletas concorrentes.

Segundo o texto da liminar, “a requerida (Harley-Davidson) não se incomodou em momento algum com a comercialização de outras marcas pela autora e com o seu comportamento abriu um espaço de liberdade contratual que não pode ser agora restrito, sob pena de violação da confiança e consequentemente da boa-fé que se exige dos contratantes, muito menos pode se aproveitar da sua consciente omissão para pleitear o desfazimento de contrato que era executado plenamente pelas partes a despeito do fato”.

Sobre a alegação de que o Grupo havia realizado alterações em sua estrutura societária o representante da Justiça brasileira disse o seguinte: “Está documentado nos autos que a criação de outras duas sociedades tinha como únicos sócios aqueles que integram a sociedade autora (Grupo Izzo), o que revela alteração incapaz de causar dano aos interesses da requerida e à execução do contrato”.

“Estávamos muito tranquilos quanto a esta decisão, tanto que mantivemos todas as nossas operações funcionando normalmente”, diz Carlos Byron, Diretor de Marketing do Grupo, que vende em média 600 motos por mês. O executivo reforça que o processo movido pela Harley-Davidson visa o controle de um dos principais mercados da marca no mundo. “O Grupo deverá vender, a partir de 2011, mais de 10 mil motos por ano, enquanto países como Rússia, Índia e China, que assim como o Brasil fazem parte dos Brics, juntos, vendem cerca de 500 motos por ano”.

Byron reforça que o Grupo Izzo conta com um centro de treinamento em manutenção, certificado pela gestão global da marca, estoque de peças superior a R$ 5 milhões e relação de cinco peças sobressalentes para cada uma efetivamente trocada.




Fonte:
Equipe MOTO.com.br

 

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